quinta-feira, 11 de junho de 2015

Tipos de Sistemas de Informação


Há uma diversidade de interesses dentro de uma empresa e para atingir o objetivo de cada um deles é necessário que um sistema forneça todas a informações importantes. Porém, um único sistema, isoladamente, não consegue atender a demanda de todas as informações que uma organização precisa.

Uma empresa pode contar com o apoio e sistemas que envolvem as principais funções de negócios, como por exemplo sistemas de vendas e marketing, manufatura e produção, finanças e contabilidade e recursos humanos, além do mais, existem sistemas para ajudar nas tomadas de decisões relacionadas a cada grupo citado anteriormente.

Os sistemas anteriores aos multifuncionais trabalhavam de forma independente, ou seja, não conseguiam compartilhar informações que dessem suporte às tomadas de decisões de uma empresa, a partir disso, a substituição desses sistemas funcionais por sistemas multifuncionais aumentou.

Como já visto, uma empresa pode ter vários sistemas para apoio à tomada de decisões e às atividades de diferentes níveis de organização. Cada um dos sistema citados acima utiliza um tipo de sistema para dissipar a informação necessária para o gerenciamento da empresa. Esses sistemas podem ser classificados como sistemas de processamento de transações, sistemas de informações gerenciais, sistemas de apoio à decisão e sistemas de apoio ao executivo.


Sistemas de Processamento de Transações (SPTs)

O objetivo desse sistema é responder a questões rotineiras e acompanhar o fluxo de transações de uma empresa, ajuda a executar suas tarefas mais importantes e de maneira eficiente.
É através desse sistema que os gerentes monitoram operações internas e externas da empresa, isto é, monitoram as atividades e transações básicas da organização, como entradas de dinheiro, folhas de pagamento, decisões de crédito, registro de pedidos de vendas, registros de reservas em hotéis, recebimentos, registros de funcionários ou o fluxo de materiais de uma fábrica.

Sistemas de Apoio a Decisão (SADs)

Esse sistema ajuda gerentes a tomar decisões, não usuais, com rapidez e antecedência, em suma, é um sistema de estimativas.
Embora os sistemas de apoio à decisão utilizem informações dos SPTs e dos SIGs, frequentemente recorrem a informações de fontes externas, como o preço de produtos concorrentes. Têm maior poder analítico que os outros sistemas, construídos em diversos modelos para analisar e armazenar dados, tomar decisões diárias, por isso possuem uma interface de fácil acesso e atendimento ao usuário, são interativos, podendo-se alterar e incluir dados através de menus que facilitam a entrada deles e obtenção de informações processadas.

Sistemas de Informação Gerenciais (SIGs)

Esse sistema apoia a tomada de decisão administrativa, desenvolve relatórios sobre o desempenho atual da organização, permitindo monitorar e controlar a empresa e até mesmo prever seu desempenho futuro. Os sistemas de informações gerenciais atendem gerentes interessados em resultados semanais, mensais e anuais, embora alguns deles possam disponibilizar resultados diários e até mesmo horários, se necessário. Em suma, com essa informação, é possível monitorar e controlar a empresa, além de prever seu desempenho futuro.

Sistemas de Apoio ao Executivo (SAEs)

Esse sistema tende a ajudar gerentes a tomar decisões não rotineiras que exigem bom-senso e capacidade de avaliação e percepção, uma vez que não existe procedimento previamente estabelecido para se chegar uma solução. Eles apresentam gráficos de dados de diversas fontes através de uma interface de um portal, que usa a interface da web para apresentar conteúdo empresarial e integrado.
Esses sistemas são projetados para incorporar dados sobre eventos externos, como novas leis ou novos concorrentes, utilizando também informações do SIG e do SAD internos. Eles filtram, condensam dados críticos, mostrando apenas os mais importantes para gerência.


Referências
  • LAUDON, K. C e LAUDON, J. P. Sistemas de Informação Gerenciais. 9ª. Edição. Pearson, 2011
  • http://pt.wikipedia.org/wiki/Sistema_de_informa%C3%A7%C3%A3o#Tipos_de_sistemas_de_informa.C3.A7.C3.B5es_nas_empresas
  • http://www.oficinadanet.com.br/artigo/738/tipos_de_sistemas_de_informacao_na_empresa

terça-feira, 9 de junho de 2015

Sistemas de e-commerce


O comércio eletrônico, ou e-commerce, é a parte do e-business que lida com a compra e venda de mercadorias pela internet, seu conceito envole atividades que apoiam transações, tais como propaganda, marketing, suporte ao cliente, segurança, entrega e pagamento.

É o comércio de produtos ou serviços utilizando redes de computadores, como a Internet. O e-commerce baseia-se em tecnologias como o comércio móvel, transferência eletrônica de fundos, SCM, marketing de internet, processamento de transações on-line, intercâmbio eletrônico de dados e sistemas de gerenciamento de inventário. O e-commerce moderno, tipicamente, usa a World Wide Web pelo menos uma parte do ciclo de vida da transação, embora também possa utilizar outras tecnologias, como e-mail.

Os benefícios do e-commerce incluem a sua disponibilidade em torno do relógio, a velocidade de acesso, uma seleção mais ampla de produtos e serviços, acessibilidade e alcance internacional. Suas desvantagens incluem, por vezes, um limitado atendimento ao cliente por não ser capaz de ver ou tocar um produto antes da compra, e o tempo de espera necessitou para o transporte do produto. Para garantir a segurança, a privacidade e a eficácia do e-commerce, as empresas devem autenticar transações comerciais, controlar o acesso a recursos, tais como páginas da Web para usuários registrados ou selecionadas, criptografar comunicações e implementar tecnologias de segurança.


Há vários tipos de negócios que podem ser efetuados on-line entre diversos tipos de públicos e de acordo com abordagem de vendas de uma empresa em relação aos seus clientes, novas siglas apareceram. Abaixo estão os sistemas de e-commerce: 

A plataforma de e-commerce deve merecer toda a atenção por parte do empreendedor, pois é sobre este sistema que estarão alicerçadas questões como: o sistema de exibição dos produtos vendidos, opções de formas de pagamento a serem oferecidas na loja, toda a parte de segurança da loja virtual, sistemas acessórios de marketing digital; 

O sistema de gerenciamento de busca deve fornecer processos eficientes e eficazes de busca para auxiliar os clientes a encontrarem produtos ou serviços específicos;

A criação de perfis são usados para enquadrar o cliente em uma categoria e proporcionar uma visão personalizada dos conteúdos do site, isto é, são feitas recomendações de produtos e propagandas personalizadas na web;

Os sistemas antifraude ajudam no caso do trabalho direto com as operadoras de cartões de crédito, um dos componentes obrigatórios do seu sistema de e-commerce será o antifraude, sem ele o risco das operações online será muito grande.

Outra estrela de um sistema de e-commerce são as plataformas que são responsáveis pelo pagamento dos itens comprados na loja. Existem diversas opções de implementação de formas de pagamento online e essas devem estar alinhadas com os recursos tecnológicos oferecidos pela plataforma.

marketing digital moderno é cada vez mais sofisticado e apoiado em tecnologia que precisa estar presente na estrutura de suas campanhas e contar com respaldo da plataforma de e-commerce para que sejam ações bem sucedidas.

Tecnologias de e-commerce

A tecnologia é predomina no comércio eletrônico, pois oferece inúmeras possibilidades de inovações nos negócios. Exemplos das tecnologias e-commerce, utilizadas por muitas lojas online são:

  • Atendimento online ao consumidor: Sua funcionalidade é prestar orientações aos consumidores, dar encaminhamento a problemas de um produto, e se possível, mediante registro de reclamação;
  • Frete grátis: Oferecem frete grátis, normalmente com um valor mínimo de encomenda, para evitar abandonos de carrinhos. Alguns oferecem, por exemplo, dois dias de frete grátis, graças à parcerias com transportadoras;
  • Compra online, troca na lojaPermite comprar na internet, trocar na loja, o que possibilita novas vendas em lojas físicas;
  • E-mail marketingEnviam e-mail marketing de recuperação de carrinho. Caso o consumidor desista da compra, o mesmo receberá um e-mail o incentivando à compra;
  • Compre com 1 Clique: funcionalidade que permite aos clientes fazer compras com um clique (às vezes mais de um). Nesta aplicação, o sistema considera os dados de pagamento e endereço do cadastro atual e com um único clique a compra é realizada. A prática é uma estratégia perfeita para o e-commerce, pois em segundos o cliente efetiva a compra escapando do passo-a-passo do carrinho de compras onde registram-se altos índices de abandono, uma das dificuldades para o e-commerce.

Tipos de e-commerce

  • Empresa-para-consumidor (B2C): As empresas vendem os seus produtos on-line para os consumidores que são os utilizadores finais dos seus produtos ou serviços. Normalmente, e-commerce B2C lojas da web têm um acesso aberto para qualquer visitante, o que significa que não há necessidade para uma pessoa fazer o login para fazer qualquer busca dos produtos ou serviços que a empresa oferece.
  • Empresa-para-Empresa (B2B): As empresas vendem os seus produtos on-line para outras empresas sem o envolvimento em vendas para os consumidores.
  • Consumidor-para-Consumidor (C2C): Os consumidores passam a vender seus produtos on-line para outros consumidores. Um exemplo bem conhecido é a eBay.
  • Consumidor-para-Empresa (C2B): Os consumidores costumam postar seus produtos ou serviços on-line de maneira que as empresas possam realizar seus lances. Um consumidor analisa as propostas e seleciona a empresa que atenda suas expectativas de preço.





Referências:
  • LAUDON, K. C e LAUDON, J. P. Sistemas de Informação Gerenciais. 9ª. Edição. Pearson, 2011
  • http://guiadeecommerce.com.br/
  • http://ecommercenews.com.br/

terça-feira, 2 de junho de 2015

Sistemas E-Business funcionais e CIM

Os sistemas funcionais compõem-se de diversos tipos de sistemas de informação (processamento de transações, gerenciamento de informações, suporte às decisões, etc.) que dão suporte às funções organizacionais de: contabilidade, finanças, marketing, administração do planejamento/produção e administração de recursos humanos, ou seja, são sistemas de informação que apoiam as funções organizacionais de uma empresa.

Sistemas de Marketing

Os sistemas de marketing ajudam as organizações a reconhecer consumidores querem adquirir um determinado produto, e também os melhores clientes, criando e mostrando novos produtos ou serviços através de propagandas e promoções.

Os sistemas de marketing distribuem informação para os websites e serviços de Internet/intranet, que proporciona o desenvolvimento do marketing interativo, comercialização, compra e melhoria de produtos e serviços. Outros sistemas de marketing auxiliam os gerentes de marketing no planejamento e outras decisões de administração do produto, estratégias de promoção de vendas e propaganda e pesquisa de mercado e previsão. 

Marketing Interativo

O objetivo do marketing interativo é estabelecer uma conexão permanente com os clientes, onde o resultado é uma fidelização do cliente que em determinadas situações traz mais benefícios do que investir em novos clientes. 

Um marketing interativo bem estruturado faz com que o cliente se torne o principal meio de propaganda de um produto, uma vez que, ao realizar uma aproximação com o cliente ele irá falar da empresa para as demais pessoas que o cercam.

Marketing Direcionado

No marketing direcionado as empresas podem personalizar suas mensagens de propaganda na rede e seus métodos de promoção para atrair pessoas de comunidades específicas. 

Essas propagandas podem ser divulgadas na forma de cartazes eletrônicos na página da empresa ou em outros sites onde essas mensagens possam alcançar seu público-alvo, isto é, colocar a propaganda apenas em páginas da internet que são relevantes ao conteúdo de um produto ou serviço. A propaganda é dirigida apenas à pessoas que já estejam procurando informações sobre um assunto relacionado aos produtos de uma empresa, repare que não faria sentido divulgar livros em uma comunidade de luta, por exemplo.

Automação da força de venda (AFV)

Os sistemas de automação da força de vendas utilizam tecnologias móveis de computação e Internet para automatizar muitas atividades de processamento de informações para apoio e administração de vendas.

Os computadores e redes estão disponibilizando a base para a automação da força de vendas mais constantemente. Em diversas organizações, a força de vendas está sendo equipada com notebooks, navegadores de rede e softwares de gerenciamento de contatos de vendas que a conectam a sites de marketing na Internet, extranets e intranets de suas empresas. 

Entre as características da automação da força de vendas temos o aumento da produtividade pessoal dos vendedores, aumento na agilidade da captação e na análise de dados de venda, permite à administração de marketing e vendas melhorar a prestação de informações e o suporte que oferecem a seus vendedores. Muitas empresas consideram a automação da força de vendas como uma maneira de conquistar uma vantagem estratégica na produtividade de vendas e na capacidade de respostas de marketing. Suas principais vantagens são: agilidade (realização de uma compra em qualquer lugar do mundo), confiabilidade (a consulta das informações do cliente e os preços do produto estão sempre sincronizados em tempo real com o sistema de gestão da empresa) e segurança (todas as informações são armazenadas em nuvem, portanto, os dados estarão bem guardados).


Sistemas de informação de gerenciamento de recursos humanos


Esses sistemas mantêm registros dos funcionários, monitoram suas habilidades, desempenho e treinamento, e auxiliam em planos de remuneração e desenvolvimento de carreira. Sua responsabilidade é atrair, aperfeiçoar, ajudar a identificar funcionários potenciais e desenvolver talentos.

Os sistemas de informação de recursos humanos são projetados para atender às necessidades de pessoal da empresa, para desenvolver o potencial de seus funcionários. As empresas utilizam esse sistema para a confecção de contracheques, relatórios de folha de pagamento, manter registros de pessoal, analisar o emprego de pessoal em suas operações, realizar recrutamento, e contratação, remanejar cargos, avaliar o desempenho dos funcionários, treinar, desenvolver e zelar pela segurança do trabalho.

Funcionalidades do sistema:
  • Administração de Recursos Humanos e a Internet: A administração de recursos humanos passou por diversas mudanças e o principal fator foi a internet, pois as empresas passaram a recrutar funcionários por seus websites, enviar mensagnes para grupos e notícias selecionados da internet, ou seja, passou a utilizar serviços da rede mundial de computadores comunicando-se por e-mail com candidatos a vagas;
  • Administração de Recursos Humanos e a Intranet nas Empresas: as tecnologias de Intranet permitem às empresas processar as aplicações mais comuns de RH. As intranets possibilitam que o departamento de recursos humanos forneça serviços em tempo integral para os seus clientes, podem disseminar informações com rapidez pelos canais já existentes nas empresas, podem coletar informações on-line dos funcionários para a entrada em seus arquivos de administração de recursos humanos, permitem que os funcionários executem tarefas de recursos humanos com pouca intervenção do departamento, além de possibilitar aos funcionários a produção automatizada de folhas de ponto, a alternativa on-line ao cartão de ponto;
  • Remanejamento de Cargos na Organização: Registram e localizam os recursos humanos dentro de uma empresa para maximizar seu aproveitamento. Esses sistemas são utilizados em sistemas de manutenção de cadastro de pessoal, sistema de inventário das qualificações dos funcionários, e sistemas de previsão dos requisitos do pessoal. Exemplos disso são a manutenção do cadastro de pessoal, alterações nas atribuições e remuneração de trabalho, ou nas contratações e despedidas, localizar funcionários dentro da empresa que tenham as qualificações requeridas para determinados projetos e tarefas;
  • Treinamento e Desenvolvimento: Ajudam os gerentes de recursos humanos a planejar e monitorar o recrutamento e o treinamento de funcionários, avaliações de desempenho e desenvolvimento da carreira por meio da análise da história de sucesso dos programas em curso; analisar a situação do desenvolvimento da carreira de cada funcionário para determinar se deveriam ser recomendados métodos de desenvolvimento, como programas de treinamento e avaliações periódicas. 

Sistemas de informação contábil


Os sistemas de contabilidade são encarregados de fazer a manutenção e o gerenciamento de registros financeiros para prestar contas aos seus recursos, os sistemas compartilham problemas e fazem o acompanhamento do que possuem com o que necessitam.

Os sistemas de informação contábeis realizam registros e relatos dos movimentos de fundos em uma organização em termos históricos, produzindo demonstrativos financeiros como balancetes, produzem previsões de condições futuras como os projetos de demonstrativos. Os sistemas contábeis operacionais estão voltados aos sistemas de processamento de transações, geralmente, os sistemas contábeis operacionais incluem: processamento de pedidos, controle de estoque, contas a receber, contas a pagar, folha de pagamentos. O gerenciamento dos sistemas contábeis está focalizado no controle e no planejamento das operações das empresas, como a confecção de relatórios analíticos que comparam o desempenho real com o previsto. 

Funcionalidades básicas do sistema:
  • Processamento de pedidos: Recebe e processa os pedidos do cliente e produz dados para a análise e o controle de estoque, concede um método rápido, preciso e eficiente de registrar e filtrar pedidos do cliente e transações de vendas;
  • Controle de Estoques: Registram as alterações de estoque e preparam os documentos adequados de expedição, pode fornecer relatórios sobre a situação do estoque, além de ajudar uma empresa a fornecer serviço de alta qualidade a seus clientes e minimizar os custos de manutenção de estoque;
  • Contas a Receber: Mantêm registros de totais em débitos por clientes a partir de dados gerados por compras e pagamentos. Esse sistema produz faturas para clientes, extratos mensais de clientes e relatórios de administração de créditos, fornece relatórios aos gerentes para ajudá-los a controlar o montante de crédito prorrogado e a cobrança de dinheiro devido;
  • Contas a pagar: Mantêm controle de dados relativos a compras e pagamentos aos fornecedores. Os sistemas de contas a pagar preparam cheques em pagamento de faturas pendentes e produzem relatórios de administração de caixa, sjudam a garantir o pagamento pontual e correto de fornecedores para manter bons relacionamentos; 
  • Folha de Pagamento: Recebem e mantêm dados dos cartões de ponto dos funcionários e outros registros de trabalho, além de produzir contracheques e variados documentos como demonstrativos de salários, relatórios de folha de pagamento. relatórios de análise de mão-de-obra, relatórios para órgãos de administração e de governo, e fornecem à administração relatórios com análises de custos e da produtividade da força de trabalho;
  • Livros contábeis: Os sistemas de livros contábeis reúnem dados recebidos de contas a receber, contas a pagar, folha de pagamento e outros sistemas de informação contábil.

Sistemas de informação financeira


Esses sistemas são responsáveis pela administração de ativos financeiros visando o retorno ao investimento, se responsabiliza pela identificação de novos ativos financeiros através de informações externas. 

Os sistemas computadorizados de informação financeira apoiam os gerentes financeiros nas decisões relativas ao financiamento de uma empresa, alocação e controle de recursos financeiros. As principais categorias de sistemas de informação financeira incluem a administração de caixa e investimentos, previsão e planejamento financeiro.

As principais categorias de sistemas de informação financeira incluem:
  • Administração de Caixa: Coletam informações em tempo real sobre o fluxo de caixa dentro de uma empresa. Os sistemas de administração de caixa permitem que as empresas depositem ou invistam mais depressa os fundos em excesso, produzem previsões de fluxo de caixa, que são utilizados para identificar futuros déficits ou excessos de caixa;
  • Administração de Investimentos On-line: Muitas empresas investem seus excessos de caixa em títulos negociáveis de baixo risco a curto prazo ou em alternativas de maior retorno e risco, de forma que a renda do investimento seja obtida até que os fundos se tornem necessários. Os serviços on-line de administração de investimentos estão disponíveis em centenas de fontes on-line na Internet e em outras redes, ajudam o gerente financeiro a tomar decisões de compra, venda ou retenção para cada tipo de título de forma a desenvolver uma composição ótima de títulos que minimize riscos e maximize receitas de investimento para a empresa;
  • Orçamento de Capital: O processo de orçamento de capital envolve a avaliação da rentabilidade e impacto financeiro de propostas de dispêndios de capital, essa aplicação faz uso intenso de modelos de planilha eletrônica que incorporam a análise do valor atual dos fluxos de caixa esperados e a análise de probabilidade de riscos para determinar a combinação ótima de projetos de capitalização para a empresa;
  • Previsão e Planejamento Financeiros: Diversos pacotes de previsão financeira fornecem técnicas analíticas que resultam em previsões financeiras ou econômicas locais e nacionais. Sistemas de Planejamento Financeiro utilizam modelos de planejamento financeiro para avaliar o desempenho financeiro atual e o projetado de uma empresa. Os sistemas de planejamento financeiro utilizam previsões financeiras relativas à situação econômica, operações das empresas, tipos de financiamentos disponíveis, taxas de juros e preços de ações e obrigações para desenvolver um plano ótimo de financiamento para a empresa.

Manufatura integrada por computador (CIM) 

É a abordagem de fabricação que utiliza computadores para controlar todo o processo de produção. Através da integração de computadores, a fabricação pode ser mais rápida e menos propensa a erros, embora a principal vantagem seja a capacidade de criar processos de fabricação automatizadas. 

A manufatura integrada por computador é usada em automóveis, aviação, navios e indústrias de construção. Em um sistema CIM, áreas funcionais, tais como análise, planejamento, compras, contabilidade de custos, controle de estoque, entre outros, estão ligados através do computador com funções de chão de fábrica, como o manuseio de materiais e gestão, proporcionando controle direto de todas as operações. O CIM implica na existência de pelo menos dois computadores trocando a informação.


Referências:
  • LAUDON, K. C e LAUDON, J. P. Sistemas de Informação Gerenciais. 9ª. Edição. Pearson, 2011
  • http://usuarios.upf.br/~ricardo/Sig_Cap2_Apostila.pdf 
  • professordiovani.com.br/cursos/Pos_RH_aula03.pptx

Ferramentas para Colaboração na Empresa

O crescimento da Internet trouxe uma explosão de técnicas para comunicação e colaboração, desde conferências pela Web até a troca de mensagens instantâneas. Devido ao fato de as informações estarem disponíveis a um grupo maior de pessoas, encontrar e estabelecer conexões com especialistas nos diversos assuntos são etapas fundamentais para o sucesso da colaboração.

Sistemas Colaborativos são ferramentas de software utilizadas em redes de computadores para facilitar a execução de trabalhos em grupos. Essas ferramentas devem ser especializadas o bastante, a fim de oferecer aos seus usuários formas de interação, facilitando o controle, a coordenação, a colaboração e a comunicação entre as partes envolvidas que compõe o grupo, tanto no mesmo local, como em locais geograficamente diferentes.


Muitas empresas são prejudicadas por antigos conceitos de colaboração. Alguns funcionários podem, por exemplo, considerar a colaboração como um trabalho adicional. Entretanto, para o profissional inovador, a colaboração significa tudo para seu trabalho. O modo antigo estabelecia que o conteúdo tinha dono e devia ser protegido. No modo atual, o conteúdo é desenvolvido através da participação. Ele está em constante mudança, tendo seu contexto alavancado para criar oportunidades através da contínua colaboração.

Ferramentas de suporte à colaboração são um importante passo inicial na direção de uma colaboração inovadora: é a unificação das comunicações. Isso é a base da interação colaborativa. Os recursos tecnológicos para convergência de voz, vídeo e dados através de redes IP (Internet Protocol) viabilizam a colaboração corporativa — aprimorando a eficiência e a produtividade dos funcionários e criando processos flexíveis e inovadores. A disponibilização de comunicações unificadas torna mais fácil para as empresas Implementarem novas ferramentas de colaboração. Ferramentas que podem ajudar os usuários a se expressarem e ajudá-los a encontrar comunidades com o mesmo pensamento. Isso pode transformar a Web em uma plataforma de trabalho.

Segue abaixo algumas taxionomias para Sistemas Colaborativos, segundo Coleman, David (1997):
  • Sistemas colaborativos de gerenciamento de conteúdo: ferramentas para publicação automatizada com a participação de diversas pessoas e grupos na elaboração do conteúdo;
  • Sistemas colaborativos de gestão do conhecimento: ferramentas de armazenamento, indexação, avaliação e distribuição de conhecimento tácito e explicito;
  • Real Time Collaboration Tools (RTC) (áudio/vídeo/data conferencing): ferramentas de colaboração síncronas que usam áudio, vídeo e dados;
  • Virtual Team Tools (DPM, virtual team and process-oriented tools): ferramentas para grupos de trabalho. Dividem-se em três classes: Gerenciamento distribuído de projetos, Local de trabalho virtual e Processos e workflow;
  • CRM Colaborativo (customer resource management) (CRM): ferramentas para auxilio a processos de venda e atendimento a clientes;
  • Portais e Comunidades On-line: ferramentas para comunidade virtuais para troca de informações e ideias;
  •  Ferramentas e infra-estrutura para colaboração Wireless: ferramentas para mensagens em dispositivos wireless. Normalmente se integram com as demais soluções de colaboração.

As principais finalidades de um sistema colaborativo podem ter as seguintes definições:

  • Gerenciamento e coordenação do trabalho em equipe dos manipuladores dos dados e conhecimento;
  • Integração do trabalho dos manipuladores da informação em todos os níveis e funções da organização, conforme a customização e distribuição definida pelo usuário; 
  • Integração da organização com o meio externo, como: clientes, fornecedores, órgãos governamentais públicos e regulamentadores, etc;
  • Gerenciamento, criação, armazenamento, recuperação e disseminação de documentos;
  • Definição da programação de tarefas/compromissos para indivíduos e grupos;
  • Facilitar a comunicação de voz e dados para indivíduos internos e externos a organização;
  • Gerenciamento de contatos e relacionamentos internos/externos e das informações sobre usuários, clientes e fornecedores.

Funcionalidades de um Sistema Colaborativo:
  • Agenda
  • Repositório de documentos
  • Áudio e Vídeo Conferência
  • Reuniões Virtuais
  • Suporte a decisão
  • Fóruns de discussão
  • Bate papo
  • Correio Eletrônico
  • CO – Autoria de documentos
  • Fluxo de Trabalho (WorkFlow)
  • Geradores de Formulários   

Exemplos de ferramentas colaborativas: Yammer (https://www.yammer.com/) e o Wiki de empresa.


As ferramentas de software que ampliam a colaboração empresarial são:
Ferramentas de Comunicação Eletrônica: Abrangem o correio eletrônico, o correio de voz, o envio de fax, a publicação na Web, sistemas de comunicação de dados, os pagers, e os sistemas de telefonia pela Internet. Essas ferramentas possibilitam o envio eletrônico de mensagens, documentos e arquivos de dados, texto, voz, ou multimídia em redes de computadores. Isso ajuda a compartilhar tudo: de voz e mensagens de textos a cópias de documentos de projeto e arquivos de dados, com seus colegas de equipe, onde quer que eles estejam; 

Ferramentas de Conferência Eletrônica: Ajudam as pessoas a se comunicar e a colaborar enquanto trabalham juntas. Os membros de equipes e de grupos de trabalho em diferentes locais podem trocar ideias, ao mesmo tempo ou em momentos diferentes, graças a uma variedade de métodos de conferência. As opções de conferência eletrônica também incluem sistemas eletrônicos de reunião, no qual os membros de uma equipe podem encontrar-se num mesmo tempo e lugar num ambiente de sala de decisões. Entre as ferramentas de conferência eletrônica encontramos: 

• Conferência por dados e voz; 
• Videoconferência; 
• Sistemas de bate-papo; 
• Fóruns de discussão; 
• Sistemas de reunião eletrônica;

Ferramentas de Administração do Trabalho em Colaboração: Ajudam as pessoas a executar ou a controlar atividades do trabalho do grupo. Essa categoria inclui: 

• Ferramentas de agendamento e programação;
• Gerenciamento de atividades e projetos;
• Sistemas de fluxo de trabalho;
• Ferramentas de gerenciamento do conhecimento.


Referências:

  • http://www.slideshare.net/fafanet/tcc-francisco-dokuwikicc
  • http://imasters.com.br/artigo/4655/gerencia-de-ti/sistemas-colaborativos-conceito-caracteristicasdes-e-funcionalidades/
  • https://products.office.com/pt-br/business/enterprise-productivity-tools
  • https://www.ibm.com/br/services/cio/pdf/Colaboracao.pdf
  • http://revista.acbsc.org.br/racb/article/view/681

quinta-feira, 28 de maio de 2015

Online Transaction Processing (OLTP)

OLTP, ou Online Transaction Processing (Processamento de Transações em Tempo Real) são sistemas que se encarregam de registrar todas as transações contidas em uma determinada operação de negócios. Por exemplo: sistema de transações bancárias que registra todas as operações efetuadas em um banco.

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O OLTP tem dois benefícios principais: simplicidade e eficiência. Redução de documentos e uma forma mais rápida de calcular retornos e despesas são exemplos sobre como o OLTP simplifica as coisas nos negócios. Ele também serve como base para o estabelecimento de uma organização estável, por causa da atualização constante. Outro fator de simplicidade é o que permite aos consumidores a escolha de como eles querem pagar, tornando muito mais fácil concretizar uma transação.

OLTP é uma ótima ferramenta para qualquer empresa, mas ao utilizá-lo existem algumas coisas para se preocupar: segurança e custos. Quanto a segurança, uma das desvantagens do OLTP é a disponibilidade plena das informações que esses sistemas propiciam, que deixam os dados à mercê de crackers e intrusos. Quanto ao custo, observa-se uma falha potencial de servidores. Isto pode causar demora na recuperação ou até mesmo perda de uma quantidade incomensurável de dados.

OLTP é comprovadamente eficiente porque dinamiza enormemente as bases de uma organização, os processamentos individuais são mais rápidos e estão disponíveis de forma ininterrupta.

Referências:
  • LAUDON, K. C e LAUDON, J. P. Sistemas de Informação Gerenciais. 9ª. Edição. Pearson, 2011
  • http://pt.wikipedia.org/wiki/OLTP
  • https://goo.gl/sl5ffu 

domingo, 24 de maio de 2015

Supply Chain Management (SCM)

Segundo Laudon e Laundon, os sistemas de Gerenciamento de Cadeias de Suprimento (Supply Chain Management) são sistemas de informação empresariais que ajudam as empresas a administrar suas relações com os fornecedores. Auxiliam fornecedores, empresas de compra, distribuidores e empresas de logística a compartilharem informações sobre pedidos, produção, níveis de estoque e entrega de produtos e serviços, de maneira a buscar insumos, produzir e entregar mercadorias e serviços com eficiência. Também incluem a Logística Reversa que é a devolução de produtos identificando o motivo e o produto. 

O objetivo é levar certa quantidade de produtos da fonte para o ponto de consumo com o mínimo desperdício de tempo e ao menor custo possível, evitando a falta de produtos e matérias primas para comercialização e fabricação. Esses sistemas aumentam o lucro das empresas através da diminuição de gastos de transporte e fabricação e produtos e permitem que os gerentes tomem decisões mais acertadas sobre como organizar e agendar recursos, produção e distribuição. 


Outro objetivo do SCM é realizar o melhor atendimento ao cliente, com o menor custo total possível. Para atingir estes objetivos é fundamental que se melhore o desempenho interno de cada um dos processos das empresas componentes da cadeia além disso, é importante que se utilize a tecnologia da informação para tomar decisões com menor possibilidade de riscos, operar com grande eficiência, e se comunicar com clientes e fornecedores da melhor forma possível.

Os sistemas de gestão da cadeia de suprimentos são considerados sistemas interorganizacionais porque automatizam o fluxo de informações através das fronteiras organizacionais, permitindo o estabelecimento de vínculos eletrônicos com clientes e terceirização de trabalho para outras empresas. Funcionam recebendo o apoio de sistemas ERP. 

Para garantir o correto gerenciamento da cadeia de suprimentos é preciso que os membros da cadeia trabalhem em conjunto para atingir a mesma meta e coordenar melhor os processos de negócio para isso, as empresas estão recorrendo ao uso de tecnologias digitais como Internet, Intranet e Extranet para capacitar as organizações a desenvolver, montar e gerenciar os produtos durante seu ciclo de vida. Muitas empresas responsáveis por sua própria rede, o que diminui custos e facilita o compartilhamento de informações. O SCM, então, recebe suporte de tecnologias como:

  • Intercambio Eletrônico de Dados (EDI): padrão de comunicação que permite que parceiros comerciais troquem documentos de rotina, como ordens de compra;
  • Extranet: promove a colaboração entre parceiros comerciais. Permite que pessoas localizadas fora de uma empresa trabalhe em conjunto com os funcionários localizados na empresa;
  • Webservices: aplicações de rede distribuídas na Internet, que podem ser utilizadas ou combinadas a partir de qualquer dispositivos: computadores, notebooks, smartphones, tablets, etc.

A figura abaixo exemplifica o funcionamento do fluxo de trabalho que um sistema SCM ajuda a gerenciar:




O fluxo de informações é a demanda e o fluxo financeiro e de produto seria a produção do mesmo para chegar ao objetivo final, que é o de atender o desejo do consumidor.

O uso de ferramentas SCM para a web tem a vantagem de retirar benefícios acrescidos da recolha de elementos transmitidos ao longo da cadeia (e-SCM). Exemplos de operadores neste mercado:

  • l2 Technologies (Rhythm);
  • Manugistics (Manugistics 6);
  • Numetrix (Numetrix).

Vídeo falando sobre SCM:




Vantagens
  • O Supply Chain Management permite às empresas alcançarem melhores padrões de competitividade;
  • Possibilita a troca de informações rápida e global, caso não queira fazer um pedido via assistentes de vendas, pode-se optar pela implantação on-line;
  • Visa reduzir custos;
  • Expandir os lucros;
  • Melhorar o relacionamento entre clientes e fornecedores;
  • Manter o menor estoque possível;
  • Aumentar a eficiência;
  • Melhorar o tempo de ciclo da cadeia (ciclo: encomenda > programação > fabricação > entrega);
  • Obter o produto certo, na hora certa e com o menor custo possível.

Desvantagens
  • Há a desconfiança na forma em que a ferramenta vai ser utilizada pela empresa parceira, pois, não somente as empresas devem considerar preço e qualidade, mas elas também devem ter certeza de que todas as organizações desejam cooperar para o benefício do grupo. Logo, a força deve ser distribuída igualmente por toda a cadeia de suprimentos ou as empresas não se beneficiarão das vantagens de uma gestão de cadeia de suprimentos global.
  • A maior desvantagem da gestão da cadeia de suprimentos global é o grande investimento de tempo, dinheiro e de recursos necessários para implementá-la e inspecioná-la.

Referências:
  • LAUDON, K. C e LAUDON, J. P. Sistemas de Informação Gerenciais. 9ª. Edição. Pearson, 2011
  • http://logisticadesistemasscm.blogspot.com.br/p/sistemas-de-gerenciamento-da-cadeia-de.html 
  • LAUDON, K. C e LAUDON, J. P. Sistemas de Informação Gerenciais. 9ª. Edição. Pearson, 2011 
  • http://www.oficinadanet.com.br/artigo/738/tipos_de_sistemas_de_informacao_na_empresa 
  • http://www.inf.ufrgs.br/~vrqleithardt/Teaching/Material%20Complementar/Conceitos%20ERPs.PDF

Enterprise Application Integration (EAI)

O software de Integração das aplicações da empresa (EAI), que permite a interconexão desses grupamentos de aplicações, está se tornando disponível. As ferramentas e normas de EAI viabilizam a interação entre sistemas corporativos por meio da utilização de serviços e possibilitam à empresa obter vantagem competitiva com a integração de todas as aplicações em um sistema empresarial unificado, capaz de compartilhar informações e suportar os fluxos de negócios.

O software EAI permite aos usuários moldar os processos de negócios envolvidos nas interações que devem ocorrer entre as aplicações das empresas; integram conjuntos de aplicações das empresas que permitem a troca de dados de acordo com regras derivadas dos modelos de processos de negócios desenvolvidos pelos usuários, integram aplicações de uma e-business para funcionem de forma coerente e integrada. 

A abordagem clássica de EAI é a mais usada para integrar sistemas legados dentro de uma arquitetura mais ampla. Para se decidir pela implantação de um EAI, a empresa deve compreender seus processos de negócios e dados, selecionando quais deles requerem essa integração. Podem ser analisados a partir de alguns níveis como:

Nível dos dados: Inclui as técnicas e tecnologias que permitem mover, transportar dados entre diferentes fontes e destinos e eventualmente tratar os dados fazendo as atualizações necessárias para manter a integridade;

Nível de interface das aplicações: Refere-se à utilização das interfaces das aplicações e dos pacotes de sistemas;

Nível dos métodos: É o compartilhamento de lógica de negócios. Exemplo: O método de atualização do registro de cliente pode ser acessado a partir de várias aplicações;

Nível de interface do usuário: os desenvolvedores possibilitam um ponto comum de integração para os usuários: interface gráfica para o usuário.

A demanda inicial das empresas é compartilhar os dados e processos sem precisar fazer grandes mudanças nas aplicações ou nas estruturas de dados. Procura-se com EAI um método de acoplar os sistemas. Essa integração pode ser tanto funcional quanto viável economicamente, trazendo lucros e vantagem competitiva para as corporações.

Após a análise, o estilo de integração das aplicações pode ser escolhido, baseado nas necessidades do negócio:
  • File Transfer - Integração entre aplicativos através da troca de arquivos em formato de texto definido.
  • Shared Database - Integração entre aplicativos através da troca de dados entre bases de dados ou tabelas.
  • Remote Procedure Invocation - Integração entre aplicativos através da chamada a programas remotos os quais são responsáveis pela extração, envio/recebimento e persistência dos dados no sistema.
  • Messaging - Integração entre aplicativos de um middleware orientado a mensagem (como o MOM) o qual é responsável pela entrega dos dados aos sistema integrados.

Boas práticas para integração de aplicações:
  • Buscar uma padronização na forma de integração com os sistemas legados facilita manutenções futuras.
  • A definição de um padrão na forma de trabalho das interfaces pode promover o reuso das mesmas.
  • Quanto menos camadas existirem entre à aplicação legada e a plataforma de integração (EAI) menores são as chances de ocorrerem erros durante a troca de dados entre elas.
  • A redução no número de camadas por onde os dados tem de passar até chegar ao seu destino, promove também uma melhor performance durante o processo de troca de dados entre aplicações.

A integração desses sistemas pode ser difícil, porém existem frameworks prontos para ajudar nesse trabalho que são baseados em padrões e boas praticas já amplamente discutidos pela comunidade de software e empresarial. Um exemplo é o Apache Camel: uma espécie de roteador (routing engine). A tarefa do desenvolvedor é configurar, através de um Builder, as regras de roteamento. O desenvolvedor decide de onde vem as mensagens (from()), para onde enviar (to()) e o que fazer com a mensagem no meio desse processo (mediation engine). Alguns outros exemplos são: Active Software, Arkona Software, BEA Systems, Bluestone Software, IBM, Microsoft Corporation, SmartDB e TIBCO.

EAI não é uma ferramenta final, oferecendo uma variedade e opções e soluções. Como a dependência das corporações em relação à tecnologia tem crescido e se tornado mais complexa, a necessidade por um método de integração de aplicações tem sido a prioridade pois, aquelas que não integrarem suas aplicações podem correr o risco de não se tornarem empresas competitivas.


Referências:
  • LAUDON, K. C e LAUDON, J. P. Sistemas de Informação Gerenciais. 9ª. Edição. Pearson, 2011
  • http://blog.caelum.com.br/padroes-de-integracao-com-apache-camel/
  •  http://www.devmedia.com.br/introducao-ao-apache-camel/26278
  • http://user.das.ufsc.br/~rabelo/Ensino/DAS5316/MaterialDAS5316/Interoperabilidade/Interop-4%20Integracao%20Sistemas%20Legados.pdf
  • http://www.linhadecodigo.com.br/artigo/429/o-eai-como-abordagem-de-integracao-de-sistemas-corporativos-para-a-obtencao-de-vantagem-competitiva.aspx#ixzz3an8w6LHt
  • http://www.lbd.dcc.ufmg.br/colecoes/smsi/2005/007.pdf
  • [1]Lee, J.; Siau, K.; Hong, S. Enterprise Integration with ERP and EAI Communications of the ACM, vol. 46, pp. 54-60, 2003