domingo, 17 de maio de 2015

Customer Relationship Management (CRM)

O CRM ou Customer Relationship Management é um termo usado para o gerenciamento do relacionamento com o cliente ou ainda um sistema integrado de gestão com foco no cliente, que reune vários processos/tarefas de uma forma organizada e integrada. É uma estratégia de negócio voltada ao entendimento e antecipação das necessidades e potenciais de uma empresa. (Fonte: Gartner Group).

O CRM é uma estratégia utilizada para conquistar um diferencial competitivo, ao se relacionar com os clientes, envolvendo processos e decisões administrativas, através da TI –Tecnologia da Informação (LOPES, 2001).

O CRM não é apenas uma aplicação de tecnologia para marketing, vendas ou serviços, mas, uma ferramenta que ao ser implementada e orientada para o cliente, aliando-se a tecnologia integrada às estratégias de processos, maximiza os relacionamentos, abrangendo toda a organização, resultando, possivelmente, num diferencial para a empresa (GOLDENBERG, 2000). 

http://smallbiztrends.com/wp-content/uploads/2013/08/benefits-of-crm-660x652.jpg 

Os sistemas CRM ajudam as empresas a administrar o relacionamento com os clientes fornecendo informações para coordenar todos os processos de negócios que lidam com o cliente, em termo de vendas, marketing e serviços. As informações passadas pelos CRM ajudam as empresas a atrair, reter clientes, prestar um serviço de melhor qualidade e aumentar as vendas. Segundo Kotler e Fox (1998), conquistar clientes novos custa entre 5 a 7 vezes mais caro do que manter os mesmos clientes que já possui. Por isso, utilizar ferramentas como o CRM, que permitam a fidelização de um cliente, são estratégias corporativas a definir e implementar.

É de importância máxima atender um cliente de forma que o faça voltar, e isso ao mesmo tempo passa a ser um desafio, pois para construir e cultivar um relacionamento sólido e duradouro com o cliente é necessário saber como atendê-los, em quais produtos e serviços estão interessados da maneira mais estreita possível e o sistema de gestão do relacionamento com o cliente se encaixa nesse quesito, uma vez que os mesmos capturam e integram dados dos clientes de toda a organização, e. após organizar essas informações, depois distribuem os resultados para vários sistemas e pontos de contato com o cliente, como e-mail, telefone, serviço de atendimento, correspondência convencional, site, dispositivo sem fio, dentre muitos outros.

Alguns exemplos de ferramentas CRM: Oracle CRM, Microsoft Dynamics, Titan, Salesforce, Sugarcrm, isoCRM, Zoho.


Vantagens
  • Integra o cliente à empresa como um participante do processo de desenvolvimento e adaptação de serviços e produtos
  • Facilita o processo de inovação no desenvolvimento de novos produto.
  • Permite à empresa conquistar o mercado com menos custo, pois possibilita customização, isto é, responder de forma individualizada às necessidades dos clientes e consumidores.
  • Mantém um canal permanente de comunicação para criar e sustentar um relacionamento efetivo com seus clientes, fornecedores e o público interno.
  • Transforma produto em serviço e serviço em produto, criando um valor superior para o cliente, conquistando e mantendo uma posição competitiva francamente.
  • Fideliza dos clientes.
  • Identifica clientes em potencial.
  • Registra dos hábitos de compra do cliente.


Desvantagens

  • O sistema precisa de atualização constante dos dados.
  • Resistência da equipe na utilização do sistema.

Como podemos observar no geral a utilização do CRM possui mais pontos positivos do que negativos para a empresa.


Referências

  • LAUDON, K. C e LAUDON, J. P. Sistemas de Informação Gerenciais. 9ª. Edição. Pearson, 2011
  • http://pt.wikipedia.org/wiki/Customer_relationship_management
  • http://www.agendor.com.br/blog/o-que-e-crm/
  • http://www.administradores.com.br/artigos/negocios/o-que-e-crm-para-que-serve-quais-as-vantagens-e-desvantagens-softwares-etc/49166/
  • https://i9people.wordpress.com/2014/05/25/crm-vantagens-e-desvantagens-2/

quinta-feira, 14 de maio de 2015

Enterprise Resource Planning (ERP)

O que é ERP e qual a sua utilidade?


Para entender o ERP é necessário pensar no seguinte caso: Uma empresa possui diversos departamentos como financeiro, contábil, recursos humanos etc., logo, seriam necessários softwares isolados para atender cada um desses setores; O ERP surge a partir da ideia de integrar todos os sistemas de cada departamento e unificá-los em um sistema. Em suma, é possível afirmar que os ERP são sistemas de gestão empresarial desenvolvidos para controle de vários departamentos e processos de uma organização, softwares ERP possuem uma grande complexidade tanto no seu desenvolvimento como no manuseio do programa em geral.

O ERP serve para satisfazer a demanda de soluções de gestão empresarial, baseado no oferecimento de uma solução completa que permite às empresas avaliar, implementar e gerir mais facilmente seus negócios. As soluções ERP são caracterizadas por sua modularidade, integração da informação, universalidade, padronização e interfaces com outras aplicações. São sistemas abertos e, na maioria dos casos, multiplataforma. Os ERP em termos gerais, são plataformas de software desenvolvidas para integrar os diversos departamentos de uma empresa, possibilitando a automação e armazenamento de todas as informações de negócios.

Implementação de sistemas de ERP 

Quando implantar?

O consentimento da implantação de um pacote como este requer muitos estudos, pois as mudanças durante e após a integração do sistema junto à organização pode trazer certo impacto nos processos que por sua vez eram realizados de formas diferentes. A decisão de implantar um Software E.R.P. não deve, de maneira alguma, ser tomada mediante circunstâncias de pressão ou urgência.


Módulos de um sistema de ERP 


Os sistemas de ERP lidam com os vários departamentos de uma empresa. No entanto, não precisam, necessariamente, cobrir cada uma delas, pelo menos não ao mesmo tempo. Dependendo das expectativas da companhia em relação ao ERP, é possível atender determinadas áreas em um primeiro momento e as demais de maneira progressiva. Para isso, os provedores fazem o fornecimento do sistema em módulos, que são divididos de acordo com suas funcionalidades. 

É necessário customizar a solução de acordo com as atividades da companhia. Eis algumas categorias de módulos que se encaixam nesse contexto: 

  • Financeiro;
  • Contabilidade;
  • Recursos humanos;
  • Ativo fixo;
  • Processos;
  • Projetos;
  • Jurídico.
    A partir daí, pode-se encontrar módulos mais específicos, adotados em menor escala e apenas se estiverem em conformidade com as atividades da empresa, por exemplo:
    • Estoque;
    • Distribuição de produtos;
    • Frota;
    • Comércio exterior;
    • Gestão de conhecimento;
    • Controle de materiais;
    • Automação comercial;
    • Análise de riscos.

    Vantagens

    • Ajudar na comunicação interna;
    • Agilizar a execução de processos internos;
    • Diminuir a quantidade de processos internos;
    • Evitar erros humanos - em cálculos de tributos e pagamentos, por exemplo;
    • Ajudar na tomada de decisões;
    • Auxiliar na elaboração de estratégias operacionais;
    • Agilizar a obtenção de dados referentes a determinados cenários;
    • Diminuir o tempo de entrega do produto ou serviço ao cliente;
    • Ajudar a lidar com grandes volumes de informação;
    • Evitar trabalho duplicado;
    • Reduzir os limites de tempo de resposta ao mercado
    • Fazer com que a empresa se adapte melhor a mudanças no mercado e na legislação.
    Desvantagens
    • Alto custo com customização e implementação;
    • Implementação demorada - uma solução de ERP não fica pronta da noite para o dia, como você já sabe;
    • Risco de prejuízo financeiro ou de desempenho com erros inesperados do sistema;
    • Possíveis problemas com suporte e manutenção caso o fornecedor do software seja vendido ou encerre suas atividades, ou seja, dependência do fornecedor do pacote; 
    • Dependência, que pode dificultar as atividades da empresa quando o sistema fica, por algum motivo, indisponível;
    • Adaptação e treinamento por parte de funcionários podem demorar mais tempo que o esperado;
    • Resistência ao novo, em caso de implementações ou atualizações;
    • O sistema pode exigir mudanças em determinados aspectos da cultura interna da empresa;
    • Pode-se perceber tardiamente que aquela solução não oferece a relação custo-benefício esperada;
    • Torna os módulos dependentes uns dos outros, pois cada departamento depende das informações do módulo anterior, por exemplo. Logo, as informações têm que ser constantemente atualizadas, uma vez que as informações são em tempo real, ocasionando maior trabalho;
    • Ao longo do tempo, atualizações e acréscimos de módulos podem tornar o sistema excessivamente complexo.

    Segundo uma pesquisa Chaos e Unfinished Voyages (1995) os principais fatores críticos de sucesso para um projeto de implantação de um ERP são:
    • Envolvimento do Usuário
    • Apoio da direção
    • Definição clara de necessidades
    • Planejamento adequado
    • Expectativas realistas
    • Marcos intermediários
    • Equipe competente
    • Comprometimento
    • Visão e objetivos claros
    • Equipe dedicada
    • Infraestrutura adequada
    Referências
    • LAUDON, K. C e LAUDON, J. P. Sistemas de Informação Gerenciais. 9ª. Edição. Pearson, 2011
    • http://www.infowester.com/erp.php
    • http://www.coladaweb.com/administracao/erp
    • http://pt.wikipedia.org/wiki/Sistema_integrado_de_gest%C3%A3o_empresarial#A_import.C3.A2ncia_do_ERP_nas_corpora.C3.A7.C3.B5es
    • http://www.se7esistemas.com.br/site/perguntas.php?tla=2&cod=31

    terça-feira, 12 de maio de 2015

    Redes de Computadores (Computer Networks)

    Podemos definir redes de computadores como a interligação de dois ou mais computadores, capazes de trocar informações e partilhar recursos físicos e lógicos, interligados por um sub-sistema de comunicação. Há tempos a comunicação é uma das maiores necessidades do homem, logo, tornou-se um desafio conectar usuários geograficamente dispersos e facilitar a comunicação entre eles.

    objetivo das redes de computadores é compartilhar informações e recursos de hardware e software, fornecer alta confiabilidade, poupar dinheiro, isto é,  devido ao fato de um pequeno computador ser mais acessível, aumentar o desempenho do sistema, dentre várias outras.

    A conexão é estabelecida através de cabos físicos, lasers, microondas, fibras ópticas e comunicação via satélite. Os meios de comunicação mais comuns são: linhas telefônicas, cabo, satélite ou wireless (rede sem fio).


    Aplicações de Redes


    1. Marketing e vendas: o profissional de marketing utiliza redes para recolher/analisar dados que envolvem as necessidades dos clientes e dos ciclos de desenvolvimento dos produtos. Já nas vendas são inclusas as televendas, que utilizam computadores para entrada de pedidos ou um telefone conectado a uma rede de processamento de pedidos e serviços de reserva online para companhias aéreas, hotéis, restaurantes teatro etc., por exemplo.

    2. Serviços financeiros: permitem que um usuário possa efetuar transações sem ir ao banco, como por exemplo transferir dinheiro, verificar saldo etc.

    3. Correio Eletrônico: transferir as mensagens entre dois ou mais usuários em uma rede.Com isso, o usuário do aplicativo pode transferir a informação sob a forma de texto, imagem e voz.

    4.  Eletrônico de Intercâmbio de Dados(EDI): EDI permite que informações de negócios (incluindo documentos, tais como pedidos de compras e serviços) a ser transferidos sem o uso de papel.

    5. Teleconferência: Permite conferência para ocorrer sem que o participante estar no mesmo local.

    6. Texto Conferência: Participante comunica através de suas palavras-chave e monitores de computador.

    7. Voz Conferência: Participante no um número de locais comunica simultaneamente através do telefone (falar).

    8. Vídeo Conferência: Participante pode ver, bem como falar para outro.

    9. Telefone Celular: Telefone sem fio de comunicação, mesmo durante a viagem através de longa distância.

    10. TV a cabo: Este é mais vasto utilizáveis ​​coisa hoje em todo o mundo.


    Tipos de rede


    • LAN (Local Area Network): É uma rede local onde os dispositivos se localizam nono mesmo prédio, ou sejam no mesmo espaço físico;
    • CAN (Campus Area Network): É uma rede de um campus de faculdade ou as instalações de uma empresa;
    • MAN (Metropolitan Area Network): Está também é rede local porém os dispositivos se localizam em distâncias maiores que a LAN, tipicamente, são construídas de LANs ligadas a vários backbones;
    • WAN (Wide Area Network): Está é mais conhecida como a internet por ser uma grande rede que possui inúmeras sub-redes, que podem estar localizadas em qualquer lugar do planeta;
    • PAN (Personal Area Network): Para redes pessoais, um nome popular padrão é o Bluetooth.

    Topologia


    • Em estrela: 
    Todos os dispositivos da rede estão conectados a um único hub. Todo tráfego de rede flui através desse hub. Na rede em estrela estendida, hubs ou camadas múltiplas são organizados em uma hierarquia;


    • Em barramento: 

    Uma estação transmite sinais que viajam em ambas direções ao longo de um único segmento de transmissão. Todos os sinais são transmitidos em ambas as direções por toda a redes. Todas as máquinas de rede recebem os mesmos sinais, e o software instalados nas máquinas clientes permite que cada uma "escute" as mensagens endereçadas especificamente a ela;


    • Em anel: 


    Conecta os componentes de rede em um círculo fechado. As mensagens passam de um computador para outro em uma única direção ao longo do círculo, e apenas uma estação de cada vez pode transmitir dados. Redes em anel são utilizadas majoritariamente em LANs mais antigas, que usam software de rede Token Ring.

    Meio de transmissão física

    • Par trançado: É um meio de transmissão mais antigo que consiste em fios de cobre traçados aos pares. Grande parte dos sistemas telefônicos dos edifícios baseia-se em pares traçados;
    • Fibra óptica: São filamentos de fibra óptica transparente, cada um com espessura de um fio de cabelo, reunidos em cabos;
    • Cabo coaxial: Semelhante ao utilizado para televisão a cabo, consiste em um fio de cobre isolado e de grande espessura, que pode transmitir um volume de dados maior do que o par traçado.


    Meio de transmissão sem fio

    • Microondas: Esses sistemas, tanto o terrestres quando o espaciais, transmitem sinais de rádio de alta frequência pela atmosfera e são amplamente utilizados para comunicação ponto a ponto de alto volume e longa distância. Os satélites utilizam transmissão por microondas e são comumente utilizados para comunicações entre grandes empresas dispersas geograficamente.

    Tecnologia de Transmissão



    • Broadcast: o termo broadcast significa, basicamente, enviar uma mensagem para todos, aquele que se interessar, pode ouvi-la (informações são enviadas para todos os receptores conectados). Nesse tipo de transmissão há apenas um remetente. Um exemplo é a consulta de resolução de endereço que o protocolo de resolução de endereços (ARP, Address Resolution Protocol) envia para todos os computadores em uma rede local;
    • Multicasttipo de transmissão na qual informações são enviadas para um grupo específico de ouvintes: os clientes da transmissão devem ser membros de um grupo multicast lógico para receber as informações. Uma das principais aplicações de multicast é TV sobre IP, outro exemplo dessa transmissão é a transmissão de vídeo e de voz associada a uma reunião de negócios colaborativa, com base em uma rede;
    • Unicastapesar de ser o termo menos conhecido, é o mais comum. A transmissão unicast ocorre quando um emissor A envia informação apenas para um receptor B. Quando os usuários transferem um arquivo, leêm um e-mail ou acessam uma página web, são pacotes do tipo unicast que fluem entre o computador e o servidor. Exemplos de protocolos que usam transmissões desse tipo são HTTP, SMTP, FTP e Telnet.


    Modelo OSI e suas 7 camadas


    Modelo OSI é um modelo abstrato que relaciona funções e serviços de comunicação em sete camadas, onde cada camada oferece serviços à camada superior. Esse modelo é base para qualquer tipo de rede, seja de curta, média ou longa distância.


    Camadas do Modelo OSI 02


    Cada camada é responsável por um papel, no processo de envio e recebimento de informações:

    1. Camada Física - O nível físico tem a função de transmitir uma seqüência de bits através de um canal de comunicação. As funções típicas dos protocolos deste nível são fazer com que um bit "1" transmitido por uma estação seja entendido pelo receptor como bit "1" e não como bit "0". Assim, este nível trabalha basicamente com as características mecânicas e elétricas do meio físico;
    2. Camada de Enlace - sua função é a de receber e transmitir bits e verificar se a linha está livre de erros, a fim de que essa informação seja usada pela camada de redes;
    3. Camada de Rede -  é responsável pelo tráfego no processo de internetworking. A partir de dispositivos como roteadores, ela decide qual o melhor caminho para os dados no processo, bem como estabelecimento das rotas. A camada 3 já entende o endereço físico, que o converte para endereço lógico (o endereço IP);
    4. Camada de Transporte - Assegura de maneira confiável o sucesso no transporte de dados;
    5. Camada de Sessão - A camada 5 é responsável por iniciar, gerenciar e terminar a conexão entre hosts. Para obter êxito no processo de comunicação, a camada de seção têm que se preocupar com a sincronização entre hosts, para que a sessão aberta entre eles se mantenha funcionando;
    6. Camada de Apresentação - A camada 6 cuida da formatação dos dados, e da representação destes, e ela é a camada responsável por fazer com que duas redes diferentes (por exemplo, uma TCP/IP e outra IPX/SPX) se comuniquem, “traduzindo”os dados no processo de comunicação;
    7. Camada de Aplicação - Essa é a camada que mais notamos no dia a dia, pois interagimos direto com ela através de softwares como cliente de correio, programas de mensagens instantâneas, a camada 7 e basicamente a interface direta para inserção/recepção de dados.

    TCP/IP


    O TCP/IP foi desenvolvido para ajudar cientistas a transmitir dados entre computadores de diferentes tipos e a longas distâncias. Usa um conjunto de protocolos, os principais são TCP e o IP. TCP significa Transmission Control Protocol, sua função é estabelecer uma conexão entre computadores. IP significa Internet Protocol, responsável pela entrega dos pacotes.





    O TCP/IP possui 4 camadas:

    1. Camada de aplicação: Permite aos programas aplicativos clientes acessar as outras camadas e define protocolos utilizados para intercambiar dados. Um desses protocolos de aplicação é o Hypertext Transfer Protocol (HTTP), usado para transferir arquivos de páginas Web;

    2. Camada de transporte: Responsável por fornecer à camada de aplicação serviços de empacotamento e comunicação. Essa camada inclui o TCP e outros protocolos;

    3. Camada de internet: Responsável por endereçar, rotear e empacotar pacotes de dados chamados datagramas IP. O Internet Protocol é um dos protocolos usados nessa camada;

    4. Camada de interface de rede: Situada na base do modelo de referência, é responsável por receber os pacotes de quaisquer meios de rede físicos e colocá-los nesses mesmos meios.

    Ficou curioso sobre as redes de computadores? Segue abaixo links com conteúdos complementares:


    Referência
    • LAUDON, K. C e LAUDON, J. P. Sistemas de Informação Gerenciais. 9ª. Edição. Pearson, 2011
    • http://www.oficinadanet.com.br/artigo/833/redes_de_computadoresintroducao
    • http://pt.wikipedia.org/wiki/Rede_de_computadores
    • http://ftp.feb.unesp.br/autodesk/pos/Disciplina-1-redes.pdf
    • http://www.alegsa.com.ar/Diccionario/C/14180.php
    • https://www.techmesto.com/computer-networks/
    • http://imasters.com.br/artigo/882/redes-e-servidores/o-modelo-osi-e-suas-7-camadas/
    • http://www.projetoderedes.com.br/artigos/artigo_modelo_osi.php
    • http://nomundodasredes.blogspot.com.br/2011/12/diferenca-entre-unicast-multicast-e.html

    Telecomunicações


    As telecomunicações são uma subdivisão da engenharia elétrica que tem como objetivo a implantação, o planejamento, a manutenção e o gerenciamento de projetos dos variados sistemas de comunicações, como TV digital ou a cabo, serviços celulares ou telefônicos, transmissão, comunicação de dados, ou seja, a sua finalidade é a de suprir a necessidade humana no que diz respeito ao se comunicar à distância.

    Basicamente, um sistema de telecomunicações funciona da seguinte forma: as informações do emissor são temporariamente convertidas em sinais elétricos (ou seja, tensões elétricas que variam com o tempo), para que possam trafegar pelo sistema até que cheguem ao destino, onde são novamente convertidas em informações inteligíveis pelo destinatário. Esses sinais elétricos podem ser analógicos ou digitais:

    • Analógico: são aqueles gerados por dispositivos transdutores, ou seja, dispositivos eléctricos capazes de converter um tipo de energia em outro. Portanto, os transdutores podem ser utilizados para converter informações em sinais analógicos e vice-versa. Exemplo: o microfone é um tipo de dispositivo transdutor;
    • Digital: são aqueles gerados por dispositivos da eletrônica digital, como é o caso dos circuitos integrados: chips, microprocessadores etc. Dada a sua natureza, os sinais digitais são pulsos elétricos binários, ou seja, bits 0 ou 1, em que "zero" significa "ausência de tensão elétrica" e "um" significa presença de tensão elétrica.

    Tendências em Telecomunicações


    • Tendências do setorMais fornecedores, empresas, alianças e serviços de rede, acelerados pela desregulamentação e crescimento da Internet;
    • Tendências da tecnologia: Uso extensivo da Internet, redes digitais interconectadas locais e globais, melhoria dos canais de transmissão;
    • Tendências das aplicações: Mais comércio eletrônico, colaboração empresarial, operações empresariais online e vantagem estratégica nos mercados.

    Classificação dos sistemas de telecomunicações quanto a quem se destina


    • Comercial: Quando é gerenciado por uma empresa, em sua maioria privada, que cobra pelos serviços realizados. Exemplo: Empresa privada que oferece serviços de telefonia móvel celular e de acesso à internet (Tim, Vivo);
    • Governamental: Não é utilizada para fins comercias e sim para um órgão governamental. Exemplo: sistema de rádio-comunicação utilizado pelas polícias.
    • Privado: Quando atende serviços particulares de algum indivíduo;
    • Amador: Para fins de entretenimento;
    • Experimental: Sistema com a finalidade de realizar testes, que podem ou não ser disponibilizados para a utilização de terceiros;
    • De pesquisa: Sistema com a finalidade de obter de dados que possuam valor científico.

    Capacidades estratégicas das telecomunicações



    • Superar Barreiras Geográficas: Captar informações sobre transações comerciais de locais distantes. 
    • Superar Barreira de Tempo: Fornecer informações para locais remotos imediatamente após serem requisitadas;
    • Superar Barreiras de Custo: Reduzir o custo dos meios mais convencionais de comunicação;
    • Superar Barreiras Estruturais: Apoiar conexões para obter vantagem competitiva.

    Referências:
    • http://pt.wikipedia.org/wiki/Telecomunica%C3%A7%C3%B5es
    • http://guiadoestudante.abril.com.br/profissoes/engenharia-producao/telecomunicacoes-687914.shtml
    • http://www.inatel.br/ead/sobre-o-curso-telecom-conceitos/tecnologia/telecom-conceitos/sobre-o-curso
    • http://pt.wikipedia.org/wiki/Rede_de_telecomunica%C3%A7%C3%B5es

    Data Warehouse, OLAP e Data Mining

    O Data warehouse é um armazém de dados que tem como função armazenar informações detalhadas relativas a uma empresa, criar e organizar relatórios através de históricos que são depois usados pela empresa para ajudar a tomar decisões importantes com base nos fatos apresentados.

    O data warehouse ajuda a extrair informações de uma empresa para que ela essa possa controlar melhor um determinado processo. Além de manter um histórico de informações, o Data Warehouse cria padrões melhorando os dados analisados de todos os sistemas, corrigindo os erros e restruturando os dados sem afetar o sistema de operação, apresentando somente um modelo final e organizado para a análise. Os dados que estão no data warehouse são disponíveis somente para leitura e não podem ser alterados.

    A ferramenta mais popular para exploração de um data warehouse é a Online Analytical Processing (OLAP) ou Processo Analítico em Tempo Real, mas muitas outras podem ser usadas.

    Por sua capacidade de analisar e armazenar grandes volumes de dados,o data warehouse é o núcleo dos sistemas de informações gerenciais e apoio à decisão das principais soluções de business intelligence do mercado.

    O data warehouse foi criado com o objetivo de armazenar e acessar dados de forma que não seja limitados por tabelas e linhas, sua função é tornar as informações mais simples de serem administradas. 


    Vantagens


    • Inconsistências são identificadas e solucionadas antes dos dados serem carregados, o que facilita a execução da análise e de relatórios;
    • Contribuem para o processo de tomar decisões, através de relatórios de tendências, de exceção e relatórios que revelam os objetivos versus desempenho real.


    Desvantagens


    • Não são uma solução adequada para dados não-estruturados;
    • Podem ter custos elevados e podem ficar ultrapassados com alguma rapidez.

    Data warehouse e Data mart


    Um data mart é uma subdivisão ou subconjunto de um data warehouse. Os data marts são como pequenas fatias de data warehouse, que armazenam subconjuntos de dados.


    Empresas com Data Warehouse


    A Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo) já tinha seu data warehouse, porém, visando uma maior otimização de seus serviços ela decidiu por reformular seu banco de dados, investindo em infra-estrutura, software e consultoria. O novo data warehouse começou a rodar em 2006.
    A Sears é a maior rede de lojas de departamentos e terceira maior varejista dos EUA e possuía 18 bancos de dados, um para cada região geográfica atendida pela empresa, e um para cada departamento.

    A Coca-Cola precisava garantir o recebimento de dados diários de vendas enviados pelos fabricantes da Coca-Cola de acordo com o SLA acordado com a área de negócios e usou o SQL Server para criar uma solução que fornece visão global das vendas, com informações de 39 fábricas e suas franqueadas em todo o país.

    A US West é uma empresa, sediada em Denver (EUA), provedora de serviços de telecomunicações, atendendo a 25 milhões de clientes em 14 estados, com 51.000 funcionários e 14,5 milhões de linhas de serviços. Com o tempo, os profissionais de sistemas de informação concluíram que era necessário renovação na área tecnológica da empresa para facilitar e otimizar o trabalho dos funcionários, que, até então, utilizavam tecnologias já obsoletas, além de uma forma de gerenciar quais produtos estavam sendo adquiridos pelos clientes e porquê, visando o processo de tomada de decisão.

    Data Mining


    Data mining ou mineração de dados consiste em uma funcionalidade que agrega e organiza dados, encontrando neles padrões,associações, mudanças e anomalias relevantes.



    O papel de mineração de dados nos datawarehouse é realizar descobertas importantes, guiar um processo de decisão e prever o efeito dessas escolhas utilizando um grande volume de dados. São independentes um do outro, mas é possível obter melhores resultados quando aplicados em conjunto. Devido a essas características, Data Warehouses tendem a se tornar grandes repositórios de dados extremamente organizados, facilitando a aplicação do Data Mining.


    OLAP


    O OLAP (Online Analytical Processing - Processo Analítico em Tempo Real), é uma das ferramentas mais usadas para a exploração de um data warehouse. O OLAP possibilita alterar e analisar grandes quantidades de dados em várias perspectivas diferentes, pois usa múltiplas dimensões.

    Cada aspecto de informação - preço, produto, custo, tempo, região - representa uma dimensão dos dados.




    Referências

    • LAUDON, K. C e LAUDON, J. P. Sistemas de Informação Gerenciais. 9ª. Edição. Pearson, 2011
    • http://www.devmedia.com.br/a-tecnologia-de-data-warehouse-nas-organizacoes/5939#ixzz3ZyFT4Ysa
    • http://www.microsoft.com/brasil/servidores/sql/2005/evaluation/bi/casos.mspx
    • http://www.significados.com.br/data-warehouse/
    • http://www.significados.com.br/data-mining/
    • http://datawarehousedataminning2010.blogspot.com.br/

    Banco de Dados e SGBDs


    Bancos de dados são coletânea organizada de dados que tendem criar uma informação e dar mais eficiência durante uma pesquisa ou estudo. Possui imensa importância para empresas e há duas décadas se tornaram o principal ambiente dos sistemas de informação. Normalmente existem por vários anos sem alterações em sua estrutura e são operados pelos Sistemas Gerenciadores de Bancos de Dados (SGBD).

    Um banco de dados é, mais especificamente, um conjunto de arquivos relacionado entre si com registros sobre pessoas, lugares ou coisas.


    Antes do avanço dos bancos de dados digitais, as empresas faziam arquivamentos de papel, para armazenar informações referentes a transações, clientes, fornecedores, estoque e funcionários. Os bancos de dados manuais, feitos em papel, ainda podem ser encontrados em diversos lugares, como consultórios médicos, onde os registros dos pacientes são armazenados em centenas de fichas, porém, é notório que banco de dados em papel é totalmente ineficiente e caro de manter, uma vez que dificultam o acesso imediato aos dados.




    Modelos de Banco de Dados

    Existem variados modelos de base de dados, entre eles estão:
    • O modelo plano (ou tabular) consiste de matrizes simples, bidimensionais, compostas por elementos de dados: inteiros, números reais, etc. Este modelo plano é a base das planilhas eletrônicas.
    • O modelo em rede permite que várias tabelas sejam usadas simultaneamente através do uso de apontadores (ou referências). Algumas colunas contêm apontadores para outras tabelas ao invés de dados. Assim, as tabelas são ligadas por referências, o que pode ser visto como uma rede.
    • O modelo hierárquico é uma variação particular do modelo em rede, limita as relações a uma estrutura semelhante a uma árvore (hierarquia - tronco, galhos), ao invés do modelo mais geral direcionado por grafos.
    • O modelo relacional é o tipo de banco de dados mais comum atualmente. Bancos de dados relacionais organizam os dados em tabelas bidimensionais com linhas e colunas (denomina-se: relações).


    Sistema de Gerenciamento de Banco de Dados


    Um sistema de gestão de banco de dados um software específico usado para criar, armazenar, organizar e acessar dados a partir de um banco de dados. Os SGBDs são usados em demasiadas aplicações, são o método preferido de armazenamento/recuperação de dados/informações para aplicações multiusuários grandes onde a coordenação entre muitos usuários é necessária. Até mesmo usuários individuais os acham conveniente, entretanto, muitos programas de correio eletrônico e organizadores pessoais estão baseados em tecnologia de banco de dados standard.

    O primeiro Sistema Gerenciador de Banco de Dados comercial surgiu no final de 1960 com base nos primitivos sistemas de arquivos disponíveis na época, os quais não controlavam o acesso concorrente por vários usuários ou processos. Os SGBDs evoluíram desses sistemas de arquivos de armazenamento em disco, criando novas estruturas de dados com o objetivo de armazenar informações.

    Os SGBDs libertou o programador ou o usuário final da dever de compreender onde e como os dados estão realmente armazenados, separando as visões lógica e física dos dados.

    Exemplos de SGBDs


    • Microsoft Acess é um SGBDs para computadores pessoais;
    • DB2, o Oracle e o Microsoft SQL Server são SGBDs para grandes mainframes e computadores de médio porte;
    • MySQL é um popular SGBDs de código aberto;
    • Oracle Database Lite é uma SGBDs para pequenos dispositivos digitais de mão.


    Curiosidade...


    Metadados, ou Metainformação, são dados sobre outros dados. Um exemplo mais comum em banco de dados: o campo telefone da tabela cliente tem, entre outros, os seguinte metadados: nome (telefone), tipo (texto), tamanho (30 caracteres), obrigatoriedade (não), destinatário, hora de um telefonema, localização etc.

    Um banco de dados é formado por dado e metadados. Sem os metadados não seria possível organizar e extrair informações de um banco de dados.


    Apostila de Introdução à Banco de Dados
    • http://www.ime.usp.br/~jef/apostila.pdf

    Referências
    • LAUDON, K. C e LAUDON, J. P. Sistemas de Informação Gerenciais. 9ª. Edição. Pearson, 2011
    • http://pt.wikipedia.org/wiki/Banco_de_dados
    • http://datawarehousedataminning2010.blogspot.com.br/
    • http://www.ebah.com.br/content/ABAAABr5AAF/banco-dados
    • https://sites.google.com/site/andreluizbernardesarticles/home/database

    terça-feira, 5 de maio de 2015

    Computação em Nuvem


    Computação em nuvem - cloud computing - refere-se à utilização da memória e das capacidades de armazenamento e cálculo de computadores e servidores compartilhados e interligados por meio da Internet, ou seja, é uma tecnologia que permite acesso remoto a programas (softwares), arquivos (documentos, músicas, jogos, fotos, vídeos) e serviços por meio da internet.

    Quando se fala em computação nas nuvens, fala-se na possibilidade de acessar arquivos e executar diferentes tarefas pela internet. Quer dizer, não é necessário instalar aplicativos no seu computador para tudo, pois pode acessar diferentes serviços online para fazer o que precisa, já que os dados não se encontram em um computador específico, mas sim em uma rede.

    Essa tecnologia permite a realização tanto de tarefas básicas quanto das mais complexas na Internet. É possível criar documentos de texto, planilhas ou fazer a edição de imagens. O sistema que permite rodar aplicativos e utilitários em nuvem, também guarda os dados do usuário, dispensando o disco rígido do computador.


    Ao fornecedor da aplicação cabe todas as tarefas de desenvolvimento, armazenamento, manutenção, atualização, backup, escalonamento, etc. O usuário não precisa se preocupar com nenhum desses aspectos, apenas em acessar e utilizar. Os usuários têm a possibilidade de acessar os seus arquivos pessoais de qualquer lugar e também com qualquer instrumento que tenha internet, não é mais necessário arquivar fotos, músicas, documentos e até ferramentas em objetos físicos, como CDs, pendrives, entre outros; agora, tudo acontece em tempo real, é só acessar e pronto, seus mais variados arquivos estão salvos “na nuvem”.

    A evolução constante da tecnologia computacional e das telecomunicações está fazendo com que o acesso à internet se torne cada vez mais amplo e rápido. Esse cenário cria a condição perfeita para a popularização da cloud computing, pois faz com que o conceito se dissemine no mundo todo.


    Tipos de serviços


    Atualmente, a computação em nuvem é dividida em seis tipos:
    • IaaS - Infrastructure as a Service ou Infra-estrutura como Serviço: quando se utiliza uma porcentagem de um servidor, geralmente com configuração que se adeque à sua necessidade.
    • PaaS - Plataform as a Service ou Plataforma como Serviço: utilizando-se apenas uma plataforma como um banco de dados, um web-service, etc. (p.ex.: Windows Azure).
    • DaaS - Development as a Service ou Desenvolvimento como Serviço: as ferramentas de desenvolvimento tomam forma no cloud computing como ferramentas compartilhadas, ferramentas de desenvolvimento web-based e serviços baseados em mashup.
    • SaaS - Software as a Service ou Software como Serviço: uso de um software em regime de utilização web (p.ex.: Google Docs, Microsoft SharePoint Online).
    • CaaS - Communication as a Service ou Comunicação como Serviço: uso de uma solução de Comunicação Unificada hospedada em Data Center do provedor ou fabricante (p.ex.: Microsoft Lync).
    • EaaS - Everything as a Service ou Tudo como Serviço: quando se utiliza tudo, infraestrurura, plataformas, software, suporte, enfim, o que envolve T.I.C. (Tecnologia da Informação e Comunicação) como um Serviço.

    Vantagens

    - Na maioria dos casos, o usuário pode acessar as aplicações independente do seu sistema operacional ou do equipamento usado;

    - O usuário não precisa se preocupar com a estrutura para executar a aplicação - hardware, procedimentos de backup, controle de segurança, manutenção, entre outros;

    - Compartilhamento de informações e trabalho colaborativo se tornam mais fáceis, pois todos os usuários acessam as aplicações e os dados do mesmo lugar: a nuvem;

    - Dependendo do fornecedor, o usuário pode contar com alta disponibilidade: se um servidor parar de funcionar, por exemplo, os demais que fazem parte da estrutura continuam a oferecer o serviço;

    - O usuário pode contar com melhor controle de gastos. Muitas aplicações em cloud computing são gratuitas e, quando é necessário pagar, o usuário só o faz em relação aos recursos que usar ou ao tempo de utilização. Não é necessário, portanto, pagar por uma licença integral de uso, tal como é feito no modelo tradicional de fornecimento de software;

    - Dependendo da aplicação, o usuário pode precisar instalar um programa cliente em seu computador ou dispositivo móvel. Mas, nesses casos, todo ou a maior parte do processamento (e até mesmo do armazenamento de dados) fica por conta das "nuvens".

    Desvantagens 


     -  A maior desvantagem da computação em nuvem vem fora do propósito desta, que é o acesso a internet. Caso você perca o acesso, comprometerá todos os sistemas embarcados.

    - Dependência: O acesso aos dados da nuvem depende forçosamente de conexão à internet. Caso esta não exista não existem alternativas para contornar o problema.

    - Recuperação de dados: Apesar da nuvem ser bastante fiável, falhas e erros são sempre possíveis. Caso a nuvem deixe de funcionar, todos os dados estão comprometidos e podem, eventualmente, ser perdidos. 

    - Opções mais limitadas: Esta é uma limitação técnica. Não é possível (pelo menos atualmente) desenvolver software muito complexo que processe a informação fora do computador local.

    - Vulnerabilidade: A segurança informática é um tópico transversal em qualquer tema desta área. O Cloud Computing não e excepção. Todos os dados da nuvem estão vulneráveis a ataques informáticos. Quanto mais importante e confidencial for a informação disponível na nuvem, mais “apetecível” se torna do ponto de vista dos hackers.




    Empresas que fornecem ou utilizam a Cloud Computing



    • Dropbox


    Um dos serviços mais eficiente e famoso é o Dropbox. Ele permite sincronizar todos os documentos que você deseja no serviço de nuvem e também manter seus dados atualizados com o HD do seu computador.

    O aplicativo funciona da seguinte forma: toda vez que você copiar ou mover um arquivo, ele será duplicado no servidor do Dropbox e em outros aparelhos que tenham o mesmo aplicativo instalado.

    Uma outra possibilidade é você entrar no site do Dropbox, inserir seu login e senha (criados na hora em que você baixar o aplicativo no seu computador). Feito isso você terá acesso a todos os seus arquivos sincronizados e salvos. Ou ainda, uma pasta apenas virtual, sem vínculo com computador.

    A computação na nuvem também permite que você compartilhe fotos, documentos, vídeos e o que mais quiser com amigos de forma segura. Ao compartilhá-los você tem privacidade, pois pode controlar quem vê o quê. Com isso, é possível trabalhar em equipe como se todos os membros estivessem usando o mesmo computador simultaneamente. O serviço é gratuito e oferece, inicialmente, 2GB de armazenamento. Podendo chegar até 18 GB por indicação.

    • Google Drive


    O Google oferece diversos serviços de nuvem para facilitar a vida do internauta, com o seu aplicativo Google Drive. O sistema, além do armazenamento, oferece várias ferramentas no estilo do pacote Office que possibilitam redigir textos, criar e editar planilhas e até criar e visualizar apresentação de slides online. 

    Ele também permite o envio e o compartilhamento de fotos, vídeos, documentos e outros arquivos importantes para o Google Drive. Assim como o Dropbox, o serviço é gratuito para até 15 GB.


    • OneDrive

    Antes chamado de SkyDrive é um serviço de armazenamento em nuvem da Microsoft. Com ele é possível armazenar e hospedar qualquer arquivo, usando uma Conta da Microsoft. Também é possível definir arquivos públicos (qualquer pessoa poderá acessar a pasta definida como pública), somente amigos (apenas os amigos do usuário), usuários definidos (apenas usuários predeterminados podem acessar a pasta definida para eles/ele acessar) ou privados (somente o usuário que hospedou poderá acessar a pasta definida). O serviço oferecia 25 GB de armazenamento até 24 de Abril de 2012, hoje apenas 15 GB e carrega arquivos de até 50 MB. A versão final foi lançada dia 21 de fevereiro de 2008. Em 27 de Janeiro de 2014, a Microsoft anunciou a mudança de nome do serviço de Skydrive para Microsoft OneDrive.


    • Netflix


    Serviço que dá acesso a filmes, seriados e documentários a partir de um pequeno valor por mês. Não é necessário efetuar download das produções, tudo é feito por streaming. Além disso, o usuário pode assistir cada item do acervo quantas vezes quiser e, caso interrompa a reprodução do vídeo, pode continuar mais tarde de onde parou;

    Referências
    • LAUDON, K. C e LAUDON, J. P. Sistemas de Informação Gerenciais. 9ª. Edição. Pearson, 2011
    • http://www.tecmundo.com.br/computacao-em-nuvem/738-o-que-e-computacao-em-nuvens-.htm
    • http://www.techtudo.com.br/noticias/noticia/2013/10/o-que-e-computacao-na-nuvem-conheca-os-principais-servicos-gratis.html
    • http://www.infowester.com/cloudcomputing.php
    • https://pt.wikipedia.org/wiki/Computa%C3%A7%C3%A3o_em_nuvem